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Boa Madrugada | quinta-feira, 21 de outubro de 2021

HISTÓRIA

Foram os padres Jesuítas os primeiros desbravadores da extensa área territorial, que hoje abrange os municípios integrantes da Associação dos Municípios das Missões. Na época, a região era compreendida nos domínios espanhóis, da margem esquerda do rio Uruguai.

Em 1626, o padre Roque Gonzales fundava em solo gaúcho a primeira redução jesuítica, denominada “São Nicolau do Piratini”. No local, ainda se encontram algumas ruínas das edificações levantadas pela mão do índio. Este era o início de um grande trabalho, que foi continuado após sua morte.

Os padres Roque Gonzales e Afonso Rodrigues foram trucidados pelos índios, na localidade de Caaró, pertencente ao município de Caibaté. Os jesuítas, até 1634, fundaram dezoito Reduções, toda arrasadas pelos bandeirantes, entre 1636 e 1638.

Mais tarde, a partir de 1682, os mesmos religiosos fundaram os Sete Povos das Missões, dirigidos e governados pelos jesuítas até 1769, quando foram expulsos pelos espanhóis. A derrocada dos Sete Povos das Missões se deve a várias causas. Entre elas se destacam o litígio formado com a demarcação estabelecida no Tratado de Madrid, de 15 de janeiro de 1750; e a subsequente “Guerra Guaranítica” (1752/1756). Morrendo o índio Sepé Tiarajú, fogem os índios para o outro lado do rio Uruguai, donde retornaram no ano seguinte. E a expulsão dos jesuítas desencadeia a decadência definitiva das Reduções.

Os Sete Povos das Missões eram formados pelas seguintes reduções: São Nicolau do Piratini, São Francisco de Borja, São Luiz Gonzaga, São Miguel Arcanjo, São Lourenço Mártir, São João Batista e Santo Ângelo Custódio.

Hoje, neste mesmo espaço territorial, despontam fulgurantes os 26 Municípios que integram a Associação dos Municípios das Missões (AMM) – entidade que congrega e representa a defesa dos interesses comuns – totalmente voltada para o crescente desenvolvimento econômico e social, desta área sul rio-grandense.

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