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AMM, AMGSR E AMUPLAM preparam mobilização para conclusão das obras do aeroporto regional de Santo Ângelo

Publicado em 20/10/2015
Por Karin Schmidt

Não há qualquer ligação aérea regular a partir destas três regiões, que reúnem 57 municípios com população estimada em 800 mil habitantes

Preocupados com o ritmo lento dos serviços de revitalização do aeroporto regional de Santo Ângelo, os presidentes das Associações dos Municípios das Missões - AMM, Angelo Fabiam Duarte Thomas (prefeito de Giruá), da Grande Santa Rosa - AMGSR, Olívio José Casali (prefeito de Três de Maio), e do Planalto Médio - AMUPLAM, Fioravante Batista Ballin (prefeito de Ijuí), irão promover audiência pública para debater ações propositivas.

A iniciativa prevê o envolvimento de autoridades e lideranças gaúchas que vão expor o projeto em questão, o estágio atual da obra, e construir alternativas conjuntas para a conclusão dos trabalhos, com segurança e qualidade, no menor espaço de tempo possível. O ato deve ocorrer no dia 13 de novembro, às 15 horas, na Universidade Regional Integrada – URI, em Santo Ângelo, mas esta data e horário serão confirmados ainda nesta semana, em razão da compatibilidade e ajustes de agendas.

Articulação macrorregional

Conforme explicou o dirigente da Associação dos Municípios das Missões, a motivação em retomar esta luta foi durante agenda da Famurs, em Ijuí, na semana passada. “Entendemos que seria necessária uma articulação macrorregional, pois o aeroporto regional de Santo Ângelo em pleno funcionamento, é fundamental para o desenvolvimento estratégico dos 57 municípios que compõem a AMM, AMGSR e AMUPLAM”, enfatizou Fabiam Thomas.

Atualmente não há qualquer ligação aérea regular a partir destas três regiões, que juntas formam uma população estimada em 800 mil habitantes. Por isso, a reabertura imediata do aeroporto de Santo Ângelo é imprescindível para que cessem os evidentes prejuízos contabilizados pela carência em mobilidade. Thomas evidenciou que a aceitação em priorizar os serviços no aeroporto missioneiro obteve consenso, justamente pela viabilidade em concluir as obras necessárias em menor prazo do que nas demais regiões. Contudo, o cronograma pactuado com as lideranças e com as comunidades regionais precisa ser respeitado.

“O preocupante atraso nas obras, além das notícias recorrentes acerca da paralisação ou diminuição no ritmo normal da execução, justifica-se nova mobilização macrorregional por parte das Associações”, fundamentou  o prefeito giruaense.

A audiência pública deverá contar também com a participação da Secretaria Estadual de Transportes e Mobilidade, Assembleia Legislativa, Prefeituras, Câmaras de Vereadores, órgãos de controle externo de gestão pública, Comudes, Coredes, associações comerciais, imprensa, universidades, empresários, e demais entidades representativas. “Com a soma de esforços de integrantes dos municípios da AMM, AMGSR, AMUPLAM, estamos antevendo uma grande mobilização, que trará os resultados pretendidos”, ressaltou o presidente da Associação dos Municípios das Missões.
 

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